sábado, 17 de setembro de 2011

Com Lula, um país mais analfabeto! Com FHC taxa caiu 3,6 pontos; com petista, 0,9

Lula x FHC
Brasil foi um dos países que assumiram o compromisso de reduzir a taxa de analfabetismo à metade em uma década e meia, durante encontro das Nações Unidas em Dacar, no Senegal, em 2000. Desde então, tem sido lenta a queda do analfabetismo no País.

Entre os censos realizados de 2000 e 2010, o número de brasileiros que não sabem ler nem escrever um simples bilhete (a definição do analfabetismo absoluto) caiu de 13,3% para 9,7% da população com mais de 15 anos. Dados das Nações Unidas mostram que em todo o mundo ainda há 793 milhões de analfabetos.

Durante os dois mandatos do governo Lula, no período de vida do Brasil Alfabetizado, a taxa caiu apenas 0,9 ponto porcentual, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad). Em 2004, o total de analfabetos era de 15,6 milhões. O último censo registrou 13,9 milhões de analfabetos.

Idosos. Ainda de acordo com o censo, o analfabetismo se concentra no grupo de pessoas com mais de 60 anos (42,6%), pobres (16,4%) e nordestinos (52,2%). O analfabetismo absoluto caiu mais entre os jovens, na faixa dos 15 a 24 anos, mas isso não significa que tenha sido erradicado nessa faixa. Na Região Metropolitana de São Paulo, por exemplo, haveria 7.000 analfabetos na faixa entre 15 e 17 anos, segundo estimativa feita pelo MEC com base em números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).



sexta-feira, 16 de setembro de 2011

NA PORTA DO C.... DO DONO



Oliveira de Panelas, repentista Pernambucano, certa vez se deparou com um desafio no mínimo inusitado.

Após consertar seu carro na oficina de um amigo e perguntar quanto havia custado o conserto, ouviu do dono da oficina que o conserto ficaria de graça, caso ele fizesse um verso, falando sobre o seu “órgão sexual”.

Surpreso, e ao mesmo tempo indignado, Oliveira resolveu brincar com o seu amigo dono da oficina e descreveu assim o “dito cujo”:

NA PORTA DO C... DO DONO :

Essa rôla antigamente
Só vivia caçando briga
Furando pé de barriga
Doidinha pra fazer gente
Mas hoje tá diferente
No mais profundo abandono
Dormindo um eterno sono
Não quer mais saber de nada
Com a cabeça encostada
Na porta do c... do dono.

Já fez muita estripulia
Quando firme que só bambu
Mais parecendo um tatu
Fuçava depois cuspia
Era o rei da putaria
O priquito era seu trono
Trepava sem sentir sono
E sem precisar de escada
Mas hoje vive enfadada
Na porta do c... do dono

Nunca mais desvirginou
Uma mata vaginosa
Há muito tempo não goza
A noite de gala passou
Vive cheia de pudor
Sonolenta e sem abono
Faz da ceroula um quimono
E da cueca uma estufa
Vive hoje a cheirar bufa
Na porta do c... do dono!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

MACHADO DE ASSIS. O racismo de contestação ainda não suporta um preto bem sucedido.


Machado de Assis (1839-1908)
  
Atenção! Machado de Assis, o maior escritor brasileiro de todos os tempos, um gigante de verdade, inexplicável e inexplicado pela sociologia — nem que Roberto Schwarz passe os próximos 200 anos com o seu tatibitate marxista (santo Deus!) —, é objeto, em certos círculos, dessa “forma superior” de discriminação, que não é estranha à tese do nosso marxista progressista, diga-se. Tudo somado e subtraído, há quem queira que ele nunca foi negro o bastante. Acusam Machado de Assis, em suma, de ter sido um preto de alma branca, mal escondendo que, ao afirmá-lo, acabam atribuindo seu gigantesco talento a essa suposta alma branca. É um pensamento asqueroso, ainda que pretenda se apresentar sob a forma de tese combativa e anti-racista.

E, agora, finalmente entro na polêmica sobre o filmete publicitário da Caixa Econômica Federal, em que um Machado mais branco do que as asas de um cisne entra no banco para fazer o seu depósito na poupança. Segue abaixo. Volto em seguida.


RACISMO: Machado de Assis no comercial
da Caixa Econômica ficou branco.

O filme pode não ser racista porquanto não promova a distinção de cor de pele (ou “raça”) como um valor, mas é evidente que viola um dado objetivo, conhecido: Machado era mestiço. Eis aí: este é um governo que tem uma secretaria de estado, com status de Ministério, só para lidar com questões raciais, mas que permite que aquilo vá ao ar. O que explica? É que a questão racial serve como instrumento de militância, entenderam? Ainda é um subproduto, gostem ou não, da teoria da luta de classes, que hoje se fragmentou nas várias “minorias”. Combate-se o racismo como uma “causa”, no puro proselitismo, mas, de fato, no teste da realidade, pouco importa o preto ou o mestiço que há.


Não estou entre aqueles que dão curso fácil às acusações de discriminação racial, não. Há, sim, quem faça uso oportunista da questão. Nesse caso, no entanto, pretos e mestiços têm uma razão particular para protestar (mas ninguém está obrigado a nada). É evidente que o embranquecimento de Machado concorre para a sua invisibilidade . Mas o protesto deve ser coletivo: a publicidade oficial frauda um dado da realidade. Se não há, e não há, razão para caracterizar um Carlos Drummond como mestiço — e, por isso mesmo, ninguém o faria —, deve haver alguma, ainda que seja apenas a ignorância, para que Machado pareça um alemão no filme da Caixa.

Por Reinaldo Azevedo

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Globo edita "bronca" de Dilma em Patrícia Poeta


Patrícia Poeta entrevistando a Presidenta Dilma

O "pito" que a presidente Dilma Rousseff deu na apresentadora Patrícia Poeta em entrevista veiculada no "Fantástico" de domingo sumiu na edição que a Globo exibiu da reportagem no "Bom Dia Brasil" na manhã de segunda-feira.
"E como que a senhora controla esse toma lá da cá, digamos assim, cada vez mais sem cerimônia das bancadas? Como é que a senhora faz esse controle?", perguntou Poeta.
Na versão original, Dilma fecha a cara e responde, a queima-roupa: "Cê me dá um exemplo do dá cá e eu te explico o toma lá".
Imediatamente, percebendo o tom acima do desejado numa entrevista que era para ser descontraída, a presidente emenda: "Tô brincando contigo".

A frase virou "meme" (bordão que se dissemina rapidamente) nas redes sociais e ganhou versões editadas no YouTube.


Dilma dando bronca na Garota do Fantástico

 Na edição do programa matinal, no entanto, a "brincadeira" foi cortada, apesar de a entrevista ocupar alentados 10 minutos. A pergunta foi mantida, mas a resposta começa na segunda parte, quando Dilma explica que "não deu a ninguém o que não quisesse".

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Após rusga, Teixeira já ameaça tirar da Globo Copa América de 2015

A rusga de Ricardo Teixeira com a Globo devido à veiculação de reportagem negativa envolvendo seu nome pode ter mais capítulos. O presidente da CBF disse a cartolas próximos que, se a emissora continuar produzindo reportagens contra ele, irá dificultar a vida da Globo na compra dos direitos de TV da Copa América de 2015, que será no Brasil. Prometeu agir nos bastidores para que a rede carioca não seja soberana na disputa.

Reportagem sobre os gastos públicos irregulares do governo do Distrito Federal, no amistoso entre Brasil e Portugal, em 2008, foi divulgada pelo JORNAL NACIONAL da TV Globo, no dia 13 de agosto passado, estremeceu a relação entre o presidente da CBF e a emissora.

Ricardo Teixeira ficou zangado com a Rede Globo

Antes, Teixeira havia declarado à Revista Piauí que só se incomodaria com denúncias veiculadas no JORNAL NACIONAL.

Desde a entrevista, o presidente virou alvo de protestos. No dia 30 de julho, durante o sorteio preliminar da Copa-2014, no Rio, manifestantes pediram a saída de Ricardo Teixeira e o fim dos gastos públicos no Mundial. No dia 13 de agosto movimento semelhante foi organizado na capital paulista.

Ainda não está definido quem venderá os direitos de transmissão da Copa América 2015. As empresas Traffic e Full Play estão na disputa.



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