sábado, 26 de outubro de 2013

Como seria EDUARDO E MÔNICA nos dias de hoje

A música conta a história do casal que se conheceu na faculdade mas aparentemente não tinham muita coisa em comum. Mas o amor falou mais forte. Eles se casaram e até tiveram filhos. Mas.. e se Eduardo tivesse conhecido Mônica nos tempos de hoje, com redes sociais, internet e outras inovações tecnológicas?

Pensando nisso, Gui Toledo e Bruno Félix fizeram uma versão da história do casal nos tempos de hoje. Os desenhos são do Luciano Andrade.

Veja o vídeo

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Doenças causadas pelo uso de FACEBOOK e CELULAR

Uma série de transtornos mentais distintos ligados diretamente ao uso da tecnologia digital surge com a evolução dos aparelhos eletrônicos. Algumas dessas desordens são novas versões de aflições antigas, enquanto outras são completamente novas.

Síndrome do toque fantasma: Quando você pensa que seu celular está vibrando, mas não está. Segundo o autor do livro iDisorder, Larry Rosen, 70% dos usuários intensivos de dispositivos móveis já relataram ter experimentado a sensação. Isso acontece graças a mecanismos de resposta perdidos em nossos cérebros. "Nós configuramos o nosso mundo social para girar em torno dessa pequena caixa em nosso bolso. Então, sempre que sentimos um formigamento, recebemos uma explosão de neurotransmissores do nosso cérebro que podem causar tanto ansiedade quanto prazer e nos preparam para agir. Mas, em vez de achar que é uma coceira, reagimos como se fosse o telefone que temos que atender prontamente", explica o estudioso em entrevista ao TechHive.com.

Nomophobia: Ansiedade que surge por não ter acesso a um dispositivo móvel. O termo é uma abreviatura de "no-mobile phobia" (medo de ficar sem celular). A condição foi foco da edição mais recente do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-5 ou Manual Diagnóstico e Estatístico de Distúrbios Mentais) e levou a um programa de tratamento dedicado à Nomophobia no Centro de Recuperação Morningside em Newport Beach, na Califórnia. "Você vê as pessoas pegarem seus celulares e dois minutos depois fazerem a mesma coisa, mesmo que nada tenha ocorrido. Isso é impulsionado pela ação reflexa, bem como pela ansiedade para se certificar de que não ter perdido nada. É tudo parte da reação Fomo (Fear Of Missing Out ou medo de estar perdendo algo)”, afirma Rosen.

Depressão de Facebook: Causada por interações sociais ou pela faltas delas na rede social. Estudo da Universidade de Michigan mostra que o grau de depressão entre jovens corresponde diretamente ao tempo que eles gastam no Facebook. Uma possível razão é que as pessoas tendem a postar apenas boas notícias sobre si mesmos na rede social, como férias ou promoções. Assim, seria possível acreditar que todos são mais felizes e bem-sucedidos que você. O pesquisador Rosen também conduziu um estudo sobre o estado emocional dos usuários do Facebook e identificou que realmente há uma relação entre o uso da rede social e problemas emocionais como depressão. Os usuários que possuem um grande número de amigos no Facebook mostraram ter menor incidência de tensão emocional. O risco também diminuiu quando o uso da mídia social é combinado com outras formas de comunicação, como falar ao telefone

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Antropóloga diz que casas de striptease podem salvar CASAMENTOS


Uma antropóloga que passou seis anos trabalhando como uma stripper, como parte de uma pesquisa sobre casas de striptease chegou à conclusão de que, ao contrário do que se possa imaginar, estes estabelecimentos podem ser a salvação para alguns casamentos. Com informações do site do jornal britânico Daily Mail.

Katherine Frank, que mora em Washington, entrevistou 30 dos seus clientes regulares em diversas casas que ela trabalhou. Com base nesta pesquisa, escreveu o livro G-Strings and Simpathy: Strip Club Regulars and Male Desire, que fala sobre a relação entre as dançarinas e seus clientes. A publicação é uma adaptação de sua dissertação do PhD.

Ela derruba o mito de que o striptease causa ideias pouco realistas da imagem do corpo, afirmando que os homens têm uma ampla gama de gostos quando o assunto é o corpo feminino – muito mais ampla do que as mulheres acreditam.

No entanto, a antropóloga afirmou que ainda não simpatiza com a ideia de que o próprio marido visite casas de striptease com frequência, alegando que este é um hobby muito caro.

domingo, 20 de outubro de 2013

HOMEM que assiste muita televisão tem esperma mais fraco, afirma estudo.

Um estudo realizado pela Harvard School of Public Health afirma que os homens que passam mais de 20 horas por semana em frente à televisão tem uma qualidade de esperma inferior aos demais. Já a prática de exercício físico é apontada como um elemento positivo para a produção de espermatozóides.

Os pesquisadores norte-americanos analisaram amostras de esperma de 189 homens, entre 18 e 22 anos, e completaram o estudo com questões sobre o modo de vida de cada um, como a prática de exercícios físicos, a alimentação e as formas de lazer. 

Os cientistas da Harvard School of Public Health de Boston constataram que o grupo que passava mais de 20 horas semanais assistindo televisão tinha uma concentração de espermatozóides 44% menor que o grupo que passava menos tempo diante da telinha.

Já a prática de exercícios físicos parece obter um efeito contrário, segundo um outro estudo do British Journal of Sports Medicine. A pesquisa afirma que os homens que dedicam pelo menos 15 horas por semana a um exercício tem uma concentração de sêmen 73% superior àqueles que se exercitam menos de cinco horas por semana. No entanto, em ambas as análises, a concentração de espermatozóides é suficiente para garantir a reprodução.

A comunidade científica vem notando há décadas a queda da qualidade do esperma nos países desenvolvidos, mas poucos foram os estudos que conseguiram identificar as causas desse fenômeno. O modo de vida sedentário dessas populações é frequentemente apontado como uma das razões possíveis.

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