sábado, 19 de abril de 2014

HOMENS X MULHERES: PARTE 36


AO PÉ DA LETRA - PARTE 43

SUPER HERÓI ...ASSUMIDO OU NÃO?

RINDO À TOA - PARTE 05


PIADA RUIM QUE É BOA - PARTE 03


EXEMPLOS SURPREENDENTES DE EMAGRECIMENTO - PARTE 09

VIVER SEM FRONTEIRAS

PLACAS DESMOTIVACIONAIS - 22

NUNCA ESQUEÇA DE MALHAR AS PERNAS

O CICLO DO SMARTPHONE

SERÁ QUE É INVEJA?

O QUE FAZER E O QUE NÃO FAZER EM UM SUSHI BAR

sexta-feira, 18 de abril de 2014

LEIA O ARTIGO: QUANDO AS ÁGUAS BAIXAREM (DEPOIS OUÇA A MÚSICA)

Quando a lua brilhava intensamente sobre a terra, e o clarão dessa luz desenhava sinais de esperança no céu, guiando nossos passos nas noites escuras, à cidade de Pedreiras parecia que queria cochilar ao som de “Seu Moço Vou Pegar Minha Canoa e Descer o Mearim.” 

Em poucos segundos naquela calma e morna madrugada, eis que repentinamente, os olhos do Ribeirinho eram lagos de água ao som da tempestade rouca que subitamente caía, onde os sonhos se desmoronavam debaixo daquele pé d’água, daquele do toró que matava a solidão, e estando as nuvens de bexigas cheias derramaram um aguaceiro violento sobre a terra do ‘Pisa na Fulô’, tudo sem tempo de avisar. Em pouco tempo as águas cálidas e barrentas beijavam os rebocos das casas que se espalhavam pelas avenidas, ruas e quintais da cidade que se transformou num mar vermelho de telhados.

O Ribeirinho e a mulher com três bruguelim a tiracolo, com uma trouxa de roupas, e o restante dos pertences dentro de um bisaco, navegavam na canoa que deslizava por um rio de palavras em versos: “Mearim, Mearim / Que alivia tantas mágoas / Sinto a minha alma tocar o céu / No instante que os meus pés / Tocam as tuas águas.”

Este na esperança de nuvens claras e de dias melhores, rezando para que não viessem mais chuvas, e nas marcas do seu rosto desfigurado pelo desgosto desmoronou-se uma lágrima de sonhos perdidos no correr das águas solitárias lavadas pela emoção. Porém... Quando as águas baixarem / O teu rio de novo no leito / Leva da gente / A enchente nos olhos de abril / Quando as águas baixarem / Essa dor tão amarga e crescente / Vai na corrente / O sorriso carente das pedras / Quando as águas baixarem / Reclamando das coisas perdidas / Vai no olhar / Um afago febril de alegria.

A vida de um rio não é só a água que passa. É a vida num todo que se compõe, mas infelizmente para essa sofrida família tudo vai ficar no mesmo, e continuará perdida, à deriva, à procura do bote da salvação, ou quem sabe à procura do colo de poeta, que é como uma planta que se mexe penteada pela brisa do vento. “Vento que beija os teus olhos / Que te faz pensar em mim / Vento que beija a saudade / E que me faz feliz assim.”

Paul Getty S Nascimento
APL – Academia Pedreirense de Letras

Ouça a música:
Música: Quando as águas baixarem
Compositores:Zé Lopes, Paul Getty e Mano Lopes
Intérprete: Carlinhos Veloz

UMA PAUSA PARA LEITURA: QUISERA EU SABER TUDO O QUE ELA DIZ

Tudo que ela diz não é tudo que ela quis dizer. Eu juro. Eu sei. Não sei o que ela quis dizer, mas sei que havia mais do que aquelas tantas letras, embaladas por expressões como na-verdade, de-fato e pequenas olhadas pra cima como se mirar ao alto a fizesse pensar melhor numa resposta, pergunta ou explicação qualquer sobre o dia a dia.

Eu adoro falar sobre seu dia. 

Aquela reunião chata que ela só lembra das duas primeiras frases porque depois ficou viajando – pensando em mim, talvez –, mas ela nunca assumiria isso. Ela diz que não entendia nada e que ficou divagando sobre aprender francês ou não, se pagou a conta do celular e já que deixou a toalha molhada em cima da cama, eu possa reclamar quando nos encontrarmos novamente. 

Por fim, ela sempre dá um jeito de pensar em mim. Eu sei. 

Mulheres são assim. Empolgadas em ser dois (ou duas). Ela não é romântica, não escreve bilhetinhos fofos, nem me presenteia com chocolates em forma de coração. Mas me recita poemas mudos ao me fazer carinhos na nuca, sabe? E quando se esforça em acertar só para não haver mais brigas comuns, mais discussões bestas e beira se castrar só para não ser tão simpática com esses caras que pensam que mulheres só sorriem quando há algum interesse carnal ou coisa do tipo. 

Ela é perfeita pra mim – e pra tantos outros – que eu até me perco de tanto pensar nela. 

Quisera eu saber tudo que ela diz. 

por Hugo Rodrigues

PLACAS DESMOTIVACIONAIS - 21

VERDADE QUE JUDEU É ASSIM?

FILHOS DE PAIS MUITO CRIATIVO

Filhos de pais muito criativos

Filhos de pais muito criativos #2
Filhos de pais muito criativos #3

PADRE EU PEQUEI (NOTA 10 - SENSACIONAL)


INSPIRADO NO SEU LUNGA

 

RINDO À TOA - PARTE 04


DESCUBRA O VIADÃO NA PLATÉIA

viadao

HUMORINDO - PARTE 04


AO PÉ DA LETRA - PARTE 42

IDEIA x CLIENTE

Metáforas para a conturbada relação entre uma boa ideia 
e seus predadores naturais:

A CIÊNCIA POR TRÁS DE UM RELACIONAMENTO FELIZ (INTERESSANTE)

quinta-feira, 17 de abril de 2014

UMA PAUSA PARA LEITURA: O AMOR NÃO VEM COM BULA

O quanto você sabe do amor não depende de quantos manuais já leu ou de quantos poetas conhece. Depende de quanta doçura cabe naqueles olhos. De quanta segurança há naquele abraço, de quanta pressa tem o seu coração em bater quando ele(a) chega, mesmo que essa cena já tenha se repetido um milhão de vezes.

Depende da sua capacidade de enxergar a beleza por trás do rosto inchado de quem acabou de acordar, das unhas por fazer de quem não conseguiu ir à manicure. Depende de quantas vezes você sorri com uma lembrança, e do quanto imbecil se sente ao constatar que ainda se lembra da roupa que vestia no primeiro encontro.

Depende de quantas vezes você já desistiu. Amar é, muitas vezes, desistir. Desistir de cobrar, desistir de magoar, desistir de insistir. O quanto você sabe do amor não depende de quantos significados você já decorou – ele tem um significado que é só seu. Depende de quantos finais de semana, em casa, já foram os melhores de todos. De quantas vezes você se surpreendeu. E riu, e chorou, e enlouqueceu, e partiu, mas sempre voltou. Depende de quantas vezes você já se apaixonou pelo mesmo sorriso, pela mesma voz cansada ao telefone, pelo mesmo abraço noturno, pela mesma mão carinhosa.

O saber do amor não depende da arrogância do conhecer, não depende de sabedoria ou sapiência. Depende de quantas vezes você já se identificou com todas as canções de amor do universo. É que quando se ama, tudo faz todo o sentido.

Depende do quanto você se sente livre e seguro ao mesmo tempo. Do quanto você vive o amor e planta o amor – depende, pura e simplesmente, do quanto você sabe amar, por mais cafona que isso pareça.

por Nathalí Macedo

QUAL A COISA MAIS RÁPIDA DO MUNDO? (HUMOR)


PLACAS DESMOTIVACIONAIS - 20

HOMENS x MULHERES: PARTE 35

AO PÉ DA LETRA - PARTE 41

O NASCIMENTO DA INVEJA

PIADA RUIM QUE É BOA - PARTE 02

RINDO À TOA - PARTE 03


HUMORINDO - PARTE 03


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